quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Listas de Presidentes do Brasil

1889-1891= Marechal Deodoro da Fonseca
1891-1894= M.Floriano de Peixoto
1894=1992= Prudente de Morais
1898-1902= Campos Sales
1902-1906= Rodrigues Alves
1906-1909= Afonso Pena
1909-1910= Nilo Peçanha
1910-19144= Hermes da Fonseca
1914-1918= Venceslau Brás
1918-1919= Delfim Moreira
1919-1922= Epitácio Pessoa
1922-1926= Artur Bernardes
1926-1930= Washington Luiz
1930-1930= AugustoFragosa-Isaias De Noronha Menar Barreto
1930-1945- Getúlio Vargas
1945-1946=Jose Linhares
1946-1951= Eurico Gaspar Dutra
1951-1954= Getúlio Vargas
1954-1955= Café Filho
1955-1956= Nereu Ramos
1956-1961= Jucelino Kubtchek
1961-1961= Jonario Quadros
1961-1961= Raniele Mazzilli
1961-1964= João Goulart
1955-1955= Carlos Luiz
1964-1967= Castelo Branco
1967-1967= Costa e Silva
1969-1974= junta Governativo provisória de 1964
1969-1974= Emílio Médice
1974-1979= Ernesto Ribeiro
1979-1985= João Figueiredo
1988-1990= José Sarney
1990-1992= Fernando Collor
1992-1995= Itamar Franco
1995-2003= Fernando Henrique Cardoso
2003-2011= Luiz Inácio Lula da Silva

terça-feira, 25 de maio de 2010

13 de maio


A lei Áurea foi assinada pela princesa Isabel, filha do imperador dom Pedro II, em 13 de maio de 1888, e proibiu a escravidão em território brasileiro. Na época, mais de 750 mil escravos ganharam a liberdade. Os primeiros passos para a libertação dos escravos no Brasil começaram em 1871, com a lei do Ventre Livre, que estabelecia que os filhos de escravos só ficariam sob o controle do senhor de suas mães até os oito anos de idade. Depois, poderiam ser soltos e seu senhor receberia em troca uma indenização, ou ele poderia usar o trabalho dos escravos até que esses completassem 21 anos - após essa idade, eles estariam livres. Mais tarde, veio a lei dos Sexagenários, de 1884, que declarava soltos todos os escravos que completassem sessenta anos. No entanto, antes da soltura, eles deveriam trabalhar de graça por cinco anos para seus senhores, como uma indenização pêlos gastos com a sua compra.
Quando essa lei passou a vigorar, a escravidão já existia no Brasil há cerca de três séculos. No mundo, o trabalho escravo era empregado desde a Antigüidade. Naquela época, na Europa e na Ásia, basicamente, os escravos eram prisioneiros de guerra ou ainda pessoas que contraíam dívidas muito grandes, sem ter como pagá-las.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Conclusão 1º de maio

Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história.

1ª de maio dia do trabalhador


Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesta data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Conclusão dia internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher foi criado em homenagem a 129 operárias que morreram queimadas numa ação da polícia para conter uma manifestação numa fábrica de tecidos,para a diminuição das horas de trabalho.

Conclusão Tiradentes

Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, batizado em 12 de novembro de 1746 — Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792) foi um dentista, tropeiro, minerador, comerciante, militar e ativista político brasileiro. É reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira e herói nacional no Brasil

Tiradentes


Nascido num sítio no distrito de Pombal, próxima ao arraial de Santa Rita do Rio Abaixo, à época território disputado entre as vilas de São João del-Rei e São José do Rio das Mortes, nas Minas Gerais, da Silva Xavier era filho do português Domingos da Silva Santos, proprietário rural, e da brasileira Maria Antônia da Encarnação Xavier, tendo sido o quarto dos sete irmãos. Em 1755, após o falecimento da mãe, segue junto a seu pai e irmãos para a sede da Vila de São José; dois anos depois, já com onze anos, morre seu pai. Com a morte prematura dos pais, logo sua família perde as propriedades por dívidas. Não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um padrinho, que era cirurgião. Trabalhou como mascate e minerador, tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, e se dedicou também às práticas farmacêuticas e ao exercício da profissão de dentista, o que lhe valeu a alcunha Tiradentes, um tanto depreciativa. Não teve êxito em suas experiências no comércio.

Com os conhecimentos que adquirira no trabalho de mineração, tornou-se técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos. Começou a trabalhar para o governo no reconhecimento e levantamento do sertão brasileiro. Em 1780, alistou-se na tropa da capitania de Minas Gerais; em 1781, foi nomeado comandante do destacamento dos Dragões da patrulha do Caminho Novo, estrada que servia como rota de escoamento da produção mineradora da província ao Rio de Janeiro. Foi a partir desse período que Tiradentes começou a se aproximar de grupos que criticavam a exploração do Brasil pela metrópole, o que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia. Insatisfeito por não conseguir promoção na carreira militar, tendo alcançando apenas o posto de alferes, o posto inicial do oficialato à época, e por ter perdido a função de comandante da patrulha do Caminho Novo, pediu licença da cavalaria em 1787.

Morou por volta de um ano na cidade carioca, período em que idealizou projetos de vulto, como a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para a melhoria do abastecimento de água do Rio de Janeiro; porém, não obteve não conseguiu aprovação para a execução das obras. Esse desprezo fez com que aumentasse seu desejo de liberdade para a colônia. De volta a Minas Gerais, começou a pregar em Vila Rica e arredores, a favor da independência das Minas Gerais. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e da elite mineira, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da comarca, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador. O movimento ganhou reforço ideológico com a independência das colônias estadunidenses e a formação dos Estados Unidos da América. Ressalta-se que à época, oito de cada dez alunos brasileiros em Coimbra eram mineiros, o que permitiu à elite regional acesso aos ideais liberais que circulavam na Europa..